Adágio
Aí, vem a inspiração
Rente uma parede nua:
Poesias sem janelas
De costas pra rua
Fernando Marques
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
A Galope
A Galope
Coração sem porteira
Carrego no peito
Nos alforjes uma boa pinga
E muito amor desfeito
Fernando Marques
Coração sem porteira
Carrego no peito
Nos alforjes uma boa pinga
E muito amor desfeito
Fernando Marques
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Horizonte
Horizonte
E quando a saudade bater
Naquele momento desprotegido
Seja numa noite de chuva ou tarde ensolarada
Faça ao Amor um novo pedido
Peça liberdade ao seu coração
Peça também a calma necessária
Que com o tempo faz sumir
Qualquer dor involuntária
Fernando Marques
E quando a saudade bater
Naquele momento desprotegido
Seja numa noite de chuva ou tarde ensolarada
Faça ao Amor um novo pedido
Peça liberdade ao seu coração
Peça também a calma necessária
Que com o tempo faz sumir
Qualquer dor involuntária
Fernando Marques
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Sirius
Sirius
E quando meus lábios
Tocarem tua boca salivante e sedenta
E entre grandes e pequenos lábios
Dar-te a tua sentença
Parte de mim
Te fará de chão
Outra parte
Virará constelação.
Fernando Marques
E quando meus lábios
Tocarem tua boca salivante e sedenta
E entre grandes e pequenos lábios
Dar-te a tua sentença
Parte de mim
Te fará de chão
Outra parte
Virará constelação.
Fernando Marques
domingo, 20 de março de 2016
Vá na Fé
Vá na Fé
Um gole de café
Sinal de cruz e oração
Parte agora meu vaqueiro
Aboiar teu coração
Tange pra longe tua dor
Deixa ela na caatinga
E pra cada espinho na jornada
Um bom gole de pinga
Quando chegar a calada da noite
Feche os olhos pra solidão
E vá na fé que a vida te ensina
A guiar teu coração.
Fernando Marques
A Tela
A Tela
Se o mundo explodisse em cores
E o Bom Deus, Majestoso fosse
E cobrir-se de branco telas antigas
Uma nota de cor surgiria
Uma nova rima de amor nasceria
Fernando Marques
terça-feira, 15 de março de 2016
Ledo
Ledo
Por seu desapego
Tive que partir
Mas detesto confessar
Que parti em pedaços
O tempo foi passando...
E você mais viva ainda
As noites esfriaram
Entre dias fumegantes
Imaginei formas de te rever
Bem longe do meu peito
E não mais escutar a voz
Que lhe diz: eu te amo
Tentando assim enganar
Ou até mesmo jurar verdade
Que a falta que vem de você
Posso sorrindo suportar
Fernando Marques
Por seu desapego
Tive que partir
Mas detesto confessar
Que parti em pedaços
O tempo foi passando...
E você mais viva ainda
As noites esfriaram
Entre dias fumegantes
Imaginei formas de te rever
Bem longe do meu peito
E não mais escutar a voz
Que lhe diz: eu te amo
Tentando assim enganar
Ou até mesmo jurar verdade
Que a falta que vem de você
Posso sorrindo suportar
Fernando Marques
Quiçá
Quiçá
Existe algo a mais do que beleza
Que tanto me fascina
Ouço meu coração
Ele recita teu nome
E entre lamentos e desejos
Já não me vejo livre
Pois sempre houve dias
Que a beijei sem fingir
Trovões...
Não se assuste
Sempre estarei com você
Acredite!
Teu cheiro já não me toca
Só me toca a saudade
E o inverno que se vinga
Impede o sol de sair.
Fernando Marques
quinta-feira, 3 de março de 2016
Nada é tão simples ou tão composto
Nada é tão simples ou tão composto
Era um homem confuso
Disfarçado de silêncio
Tinha um coração bom
E a fúria de um leão
Ele pairava sobre o medo
Do olhar pra trás...
Da saudade plantada...
Da dor ao cair
Sempre o sentia sozinho
Ele morria todos os dias
No quarto ao chorar...
Na cegueira do horizonte...
Batalhas ele travava
Dentro de si mesmo
Era indefeso feito criança
E um protetor sem igual
Um dia ele sumiu de si mesmo
Vagou entre estações...
O tempo ele parou
Tentando não desistir
Teve por dissabor: conhecer distância
Daqueles que aprendeu amar...
Dos laços de um grande amor...
Do que não soube manter
É talvez parte de uma história
Que se ler no olhar
Ou nos passos desorientados
Do seu coração
Fernando Marques
Era um homem confuso
Disfarçado de silêncio
Tinha um coração bom
E a fúria de um leão
Ele pairava sobre o medo
Do olhar pra trás...
Da saudade plantada...
Da dor ao cair
Sempre o sentia sozinho
Ele morria todos os dias
No quarto ao chorar...
Na cegueira do horizonte...
Batalhas ele travava
Dentro de si mesmo
Era indefeso feito criança
E um protetor sem igual
Um dia ele sumiu de si mesmo
Vagou entre estações...
O tempo ele parou
Tentando não desistir
Teve por dissabor: conhecer distância
Daqueles que aprendeu amar...
Dos laços de um grande amor...
Do que não soube manter
É talvez parte de uma história
Que se ler no olhar
Ou nos passos desorientados
Do seu coração
Fernando Marques
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